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	<title>Arquivos Gestão do Tempo - Simplifique-Ser</title>
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	<description>Mais leveza, mais saúde.</description>
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		<title>O que é Essencial para Você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuela Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2021 18:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Desacelerar]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Minimalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando fala-se em Essencialismo, também conhecido como Simplicidade Voluntária ou Minimalismo (conceito este que existe desde os anos 80, embora tenha virado moda nos últimos anos), costuma-se associar esta ideia a pobreza ou escassez. Eu costumo associar esses conceitos a Cautela, Qualidade e Tempo de Vida. Explicarei melhor o motivo. Nós temos uma memória recente, &#8230; <a href="https://simplifique-ser.com/artigos/o-que-e-essencial-para-voce/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O que é Essencial para Você?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Quando fala-se em<strong> Essencialismo</strong>, também conhecido como <strong>Simplicidade Voluntária</strong> ou <strong>Minimalismo</strong> (conceito este que existe desde os anos 80, embora tenha virado moda nos últimos anos), costuma-se associar esta ideia a pobreza ou escassez.</p>
<p>Eu costumo associar esses conceitos a <strong>Cautela</strong>, <strong>Qualidade</strong> e <strong>Tempo de Vida</strong>. Explicarei melhor o motivo.</p>
<p>Nós temos uma memória recente, de quando parecia que o Brasil iria decolar. O governo da época sendo elogiado pelos americanos, o dólar baixo permitindo que muitas famílias de classe média conhecessem o exterior pela primeira vez&#8230; Não, não estou fazendo este texto para falar de política. Apenas apontando o que foi uma época mais feliz para muita gente.</p>
<p>Ano passado, como vocês sabem, tudo desandou. Ninguém esperava viver em um filme catastrófico, tal como &#8220;<strong>Epidemia&#8221; (1995)</strong> ou<strong> &#8220;A Gripe&#8221; (2013)</strong>. Exagerada<span class="algo-summary">?</span> Pode ser. Mas o fato é que tem muitas pessoas negando a pandemia ou minimizando seus efeitos.</p>
<p>Muito antes de 2020, eu já flertava com a questão de simplificar minha vida e rotina, embora nunca tenha dado um nome específico para isso. Lembro da última vez que viajei para a Europa, em 2014. Câmbio melhor, bons tempos, fazia parte das pessoas que acharam que a vida estava melhorando (poder de compra). Visitei o Triângulo Europeu (Áustria &#8211; Viena &#8211; Budapeste).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-202" src="https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/631E74E5-9652-44FF-87D6-AB551C16C73F.jpeg" alt="" width="1170" height="1560" srcset="https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/631E74E5-9652-44FF-87D6-AB551C16C73F.jpeg 1170w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/631E74E5-9652-44FF-87D6-AB551C16C73F-225x300.jpeg 225w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/631E74E5-9652-44FF-87D6-AB551C16C73F-768x1024.jpeg 768w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/631E74E5-9652-44FF-87D6-AB551C16C73F-1152x1536.jpeg 1152w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /></p>
<p>Na volta ao meu trabalho, um colega questionou porque eu não aproveitei a oportunidade para trazer um iPhone de última geração. Apenas respondi que não precisava, meu celular tinha apenas 2 anos e funcionava muito bem. Não é para me gabar, mas eu realmente nunca tive a necessidade de trocar as coisas só porque surgiu um modelo novo, costumo usar até quebrar.</p>
<p>Quando eu era criança, não havia tanta variedade de coisas como hoje, embora as propagandas na TV fossem exaustivas. Inflação (lembro vagamente do Sarney e do Collor) era a ordem do dia. Portanto, não havia conversa: Meus pais não podiam comprar e ponto final.  A minha educação e a dos meus irmãos (nosso único luxo) era a prioridade.</p>
<p>Hoje ainda trago muito disso para a minha vida, pois tenho parentes e conhecidos que ainda possuem grandes dificuldades financeiras. Além disso, meus pais nunca esconderam de nós quando a situação ficava difícil (considero o melhor jeito de se educar crianças financeiramente, dizer a verdade).  Então, trago isso comigo até hoje: o <strong>não-desperdício</strong>.</p>
<p>Não desperdiçar não significa avareza. Significa usar com sabedoria os recursos que possuímos. Por que trocar algo que está em pleno funcionamento<span class="algo-summary">?</span> Por que é mais bonito<span class="algo-summary">?</span></p>
<p>Muitas vezes desperdiçamos nosso dinheiro (e o tempo necessário para consegui-lo) em algo que não precisamos ou não teremos tempo de usufruir. Sobre a viagem que citei, felicidade para mim foi visitar a moradia de soldados medievais (século XIV), ou almoçar no castelo da Imperatriz Sisi em Viena, não em encher a mala de bugigangas.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-204" src="https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/20E1AACF-CF3B-4260-9990-0CF6F85495CD.jpeg" alt="" width="1170" height="1560" srcset="https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/20E1AACF-CF3B-4260-9990-0CF6F85495CD.jpeg 1170w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/20E1AACF-CF3B-4260-9990-0CF6F85495CD-225x300.jpeg 225w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/20E1AACF-CF3B-4260-9990-0CF6F85495CD-768x1024.jpeg 768w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2021/02/20E1AACF-CF3B-4260-9990-0CF6F85495CD-1152x1536.jpeg 1152w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Então, veio a pandemia e hoje me contento em cozinhar um prato em casa, fazer meu artesanato e brincar com meus cachorros. Sim, o ser humano é adaptável, mesmo quando é pego de surpresa. Eu mesma só saio para trabalhar, meu sonho atualmente é poder ir ao cinema.</p>
<p>Fomos pegos de surpresa ano passado, a vida dividiu-se em <strong>A.M.</strong> (Antes de Março) e <strong>D.M.</strong> (Depois de Março). Algumas pessoas reagiram bem, pois estavam preparadas (tinham uma reserva de emergência, independente da ocupação que exerciam). Já outros, mesmo desfrutando de uma vida um tanto confortável, passaram a ter suas necessidades básicas ameaçadas, justamente por não ter esse costume de economizar para uma época de vacas magras. Muitos comerciantes, inclusive, estão penando até hoje porque o pouco que tinham já se esvaiu.</p>
<p>O Brasil é o 16º entre países que menos investem no mundo, aponta estudo da FGV (https://www.infomoney.com.br/economia/brasil-e-o-16o-entre-paises-que-menos-investem-no-mundo-aponta-estudo-da-fgv/), embora esteja na moda os influencers de finanças. Muitos, quando o fazem, mantêm suas reservas em fundos tradicionais como a poupança, que está rendendo abaixo da inflação agora na pandemia. E, com tudo isso, o temor aumentou consideravelmente.</p>
<p>Mas o que a <strong>Simplicidade</strong> tem a ver com a <strong>Psicologia</strong><span class="algo-summary">? Já mencionei antes que o Brasil é o campeão mundial em<strong> Ansiedade</strong> (especialmente entre nós, mulheres). Uma das causas que pioram os sintomas desse quadro (<strong>insônia, ataques de pânico, tensão muscular, tremores, falta de ar, etc.</strong>) é justamente a falta de perspectiva em relação ao futuro. Também existe uma área de estudo denominada Psicologia Econômica, que aborda as escolhas e tomadas de decisões relacionadas ao dinheiro.</span></p>
<p>Se você estiver sofrendo de Ansiedade e, diante dessa vida corrida, quiser aprender a ter uma rotina mais leve, os serviços da Simplifique-Ser são para você. Posso te acompanhar nessa jornada<span class="algo-summary">?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que a Simplicidade Voluntária pode fazer pela sua vida?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuela Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2020 14:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desacelerar]]></category>
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		<category><![CDATA[Minimalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há alguns anos, vi um documentário que estava na moda e me chamou atenção: Minimalism: A Documentary About the Important Things (Minimalismo: Um Documentário Sobre as Coisas Importantes), que está disponível na Netflix, caso tenham interesse. Apesar de, hoje em dia, o Minimalismo ser considerado uma &#8220;modinha&#8221;, o termo fez eco com alguns questionamentos que &#8230; <a href="https://simplifique-ser.com/artigos/o-que-a-simplicidade-voluntaria-pode-fazer-pela-sua-vida/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">O que a Simplicidade Voluntária pode fazer pela sua vida?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos, vi um documentário que estava na moda e me chamou atenção: <strong>Minimalism: A Documentary About the Important Things</strong> (Minimalismo: Um Documentário Sobre as Coisas Importantes), que está disponível na Netflix, caso tenham interesse. Apesar de, hoje em dia, o Minimalismo ser considerado uma &#8220;modinha&#8221;, o termo fez eco com alguns questionamentos que eu já vinha tendo, mesmo sem saber. Muito antes da pandemia, as pessoas já estavam dando nome ao desejo por uma vida mais equilibrada e saudável. Isso faz tanto sentido para mim que este mês assisti novamente.</p>
<p>Joshua Fields e Ryan Nicodemus são as mentes por trás desse filme e se denominam hoje como <strong>Os Minimalistas</strong>. Gosto muito do trabalho deles e os acompanho através de seu site, podcast e redes sociais. Os dois passaram por dificuldades em suas famílias (abuso de substâncias por parte de seus genitores, bem como pobreza), o que os levou a uma vida bastante materialista. Já adultos, isso trouxe uma série de questionamentos, oriundos da depressão que sentiam.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-157" src="https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/B0A74F30-01BC-4719-B462-E5025E019847.png" alt="Post" width="1170" height="494" srcset="https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/B0A74F30-01BC-4719-B462-E5025E019847.png 1170w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/B0A74F30-01BC-4719-B462-E5025E019847-300x127.png 300w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/B0A74F30-01BC-4719-B462-E5025E019847-1024x432.png 1024w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/B0A74F30-01BC-4719-B462-E5025E019847-768x324.png 768w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/B0A74F30-01BC-4719-B462-E5025E019847-711x300.png 711w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /></p>
<p>Materialismo é normalmente associado a uma vida solitária. Será mesmo<span class="aCOpRe">?</span> Há alguma alternativa<span class="aCOpRe">?</span> Mas eu particularmente não gosto de rótulos. Prefiro falar de <strong>Vida Simples</strong>, ou de <strong>Simplicidade Voluntária</strong> (daí veio o nome do meu projeto, o <strong>Simplifique-Ser</strong>). É sobre isso que eu quero tratar neste texto, de algo muito mais amplo do que o descarte de objetos ou contar as coisas que temos em casa.</p>
<p>Não, não sei quantas meias eu tenho (e, honestamente, não tenho interesse em saber.). Também não pretendo doar a minha maquiagem ou vender meus eletrodomésticos. Eu gosto deles (Olá, Marie Kondo. Uso o que me faz feliz, risos.). Entretanto, isso não quer dizer que seja a favor do desperdício. O que eu aprendi, depois de alguma reflexão, é que quando você compra algo desnecessário, paga com algo muito mais valioso que dinheiro.</p>
<p>Sabemos que é importante ter como pagar os boletos, mas a questão é muito mais profunda. Quando você <strong>desperdiça dinheiro</strong>, joga fora seu <strong>tempo de vida</strong>. E porque <strong>tempo é mais importante que dinheiro</strong><span class="aCOpRe">? Porque tempo não volta! Você pode trabalhar para ter mais dinheiro para comprar coisas e pagar suas contas. Tempo, não. Tempo não se compra, nem se fabrica, não é possível trabalhar mais em troca de mais tempo. Tempo passa, tempo é gasto. Entendeu a diferença? </span></p>
<p>Se você faz muitas dívidas, precisa trabalhar mais para quitá-las. Você já pensou que, em muitos lares, marido e mulher trabalham e, mesmo assim, o salário de ambos combinados não é suficiente para as despesas<span class="aCOpRe">?</span> Será que eles necessariamente ganham pouco<span class="aCOpRe">?</span> Já vi pessoas com salário acima de R$ 10.000,00 (muito superior à média da população brasileira), desesperadas por ter dívidas 5 a 6 vezes maiores que seus ganhos, ou até mais.</p>
<p>Voltando ao documentário que citei, tanto Fields como Nicodemus eram dois empresários de sucesso, com salários altíssimos. Porém, estavam bem infelizes e deprimidos. Dinheiro não é tudo na vida, embora seja muito necessário. O ideal é encontrar um meio termo, e essa medida é particular para cada um. E o modo de encontrá-la, também. O neurocientista Sam Harris, um dos entrevistados pela dupla, argumenta que é comum comparar-se a outras pessoas para definir a <strong>noção de sucesso</strong> (estabelecida pela sociedade). E isso pode levar a uma insatisfação extrema, que pode causar sérios prejuízos à sua <strong>Saúde Mental</strong>.</p>
<p>Muitos, porém, são resistentes à ideia de diminuir o ritmo de vida e o padrão, ambos vinculados a um status de vida considerado como o ideal. Há pessoas que também acreditam que simplificar é uma &#8220;modinha&#8221; para pessoas no padrão (muitas vezes brancas e ricas), e que não podem mudar seu estilo de vida para de adequar a uma rotina mais significativa. O que se propõe, na verdade, é que cada pessoa reflita o que é importante para si mesma, não para seu relacionamento ou para a sociedade.</p>
<p>Um exemplo para ilustrar é Nathaly Dias, a <strong>Blogueira de Baixa Renda</strong>. Passei a acompanhá-la quando ainda estava começando no YouTube e no Instagram (Como fui parar lá, eu não sei, mas é uma pessoa bem divertida, devo dizer). É uma moça nascida e criada em comunidades do Rio de Janeiro. Havia dias em que sequer tinha o que comer, dependendo muitas vezes de sua mãe para ter uma refeição no dia.</p>
<p>Hoje Nathaly está em uma situação melhor, mas mesmo naquela época ela ensinava o valor de aprender a simplificar o que já era pouco na vida dela e a não desperdiçar o que tinha. Também não quis mais suportar a situação abusiva que passava no estágio da faculdade de Administração. E, mesmo aquela sendo na época sua única fonte de renda, tomou coragem para jogar tudo para o alto. Fez sucesso, mas não esquece de onde veio, procurando sempre que pode ajudar as pessoas no local em que mora.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-158" src="https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/5A87CB7E-9FEC-405E-ADDE-9C3DC0DDA1CC.png" alt="Post2" width="1170" height="494" srcset="https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/5A87CB7E-9FEC-405E-ADDE-9C3DC0DDA1CC.png 1170w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/5A87CB7E-9FEC-405E-ADDE-9C3DC0DDA1CC-300x127.png 300w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/5A87CB7E-9FEC-405E-ADDE-9C3DC0DDA1CC-1024x432.png 1024w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/5A87CB7E-9FEC-405E-ADDE-9C3DC0DDA1CC-768x324.png 768w, https://simplifique-ser.com/wp-content/uploads/2020/10/5A87CB7E-9FEC-405E-ADDE-9C3DC0DDA1CC-711x300.png 711w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /></p>
<p>Então, simplificar não tem a ver somente com doar ou jogar ashila, com coisas no lixo. Proponho a você uma <strong>simplificação</strong> em um nível <strong>emocional, mental</strong>. Repito mais uma vez, se você gosta das suas coisas, está satisfeito com seu emprego, fique com eles. Não precisa colocar o pé na estrada como muitos pregam. Se gosta de estabilidade e segurança, tudo bem.</p>
<p>Então, você pode questionar: Você tem tempo para usufruir sua família e amigos<span class="aCOpRe">?</span> Aproveita tudo aquilo que compra<span class="aCOpRe">?</span> Há pessoas que pagam caríssimo para fazer parte de um clube VIP, e muitas vezes não podem frequentar por excesso de compromissos de trabalho, não têm condições de sequer tomar um café com um parente. Ou, uma realidade mais comum: Você consegue assistir os canais daquele pacote caríssimo de TV a Cabo<span class="aCOpRe">?</span> Mesmo que seja um serviço de <em>streaming</em>, caro é todo dinheiro desperdiçado, mesmo que custe R$ 1,99 (Lembra dessa época<span class="aCOpRe">?</span> Eu amava! Risos.). Isso vale para qualquer coisa: Panelas, ferramentas, roupas, cursos, livros, etc.</p>
<p>Sugiro que aprenda a ter prioridades. Isso não fará bem apenas para o seu bolso. Será benéfico para sua cabeça, acredite. Na medida em que você adere a uma vida mais simplificada, pode focar no que é importante. Isso ajuda, entre outros ganhos, a diminuir seus níveis de Ansiedade. Experimenta e me conta!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desacelerar&#8230; Você consegue (ou quer)?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuela Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 15:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desacelerar]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito antes do “Novo Normal”, já se falava de um novo movimento ou uma nova forma de vida: o Slow Living. Você já ouviu falar? Esse termo pode ser traduzido, de uma forma literal, como “viver devagar”, ou “viver sem pressa”. Não, não se trata de ser preguiçoso ou lento. Trata-se de um estilo de &#8230; <a href="https://simplifique-ser.com/artigos/desacelerar-voce-consegue-ou-quer/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Desacelerar&#8230; Você consegue (ou quer)?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito antes do “Novo Normal”, já se falava de um novo movimento ou uma nova forma de vida: o <strong>Slow Living</strong>. Você já ouviu falar?</p>
<p>Esse termo pode ser traduzido, de uma forma literal, como “viver devagar”, ou “viver sem pressa”. Não, não se trata de ser preguiçoso ou lento. Trata-se de um estilo de vida de propõe uma vida com mais propósito, ou seja, procurar viver de forma mais consciente e sustentável.</p>
<p>Nos últimos meses, fomos obrigados a ter uma vida mais sossegada dentro de casa, a contragosto de muitas pessoas. O nível de ansiedade estatisticamente aumentou, pois além da preocupação em adoecer, muitos não conseguem lidar com o fato de não poder sair e, principalmente, socializar.  Eu, por exemplo, não vejo meu irmão há 8 meses, não queremos arriscar.</p>
<p>Mas, apesar de tudo, que tal tentarmos ser positivos e tentar tirar um aprendizado desta situação? Vejo que muitas pessoas andam irritadas (o que afeta inegavelmente sua saúde mental) por insistirem em voltar à rotina antiga (o que era conhecido como “normal” anteriormente) “na marra”, inclusive tentando forçar outras pessoas (como familiares e prestadores de serviços) a voltar a essa rotina que elas consideram como certa. Há, por parte de certos indivíduos, a negação da realidade: Não usam máscaras, insistem em aglomerar e participar de atividades não essenciais. Dessa forma, não há serviço de saúde ou governo (honesto ou não) que deem conta.</p>
<p>Vou trazer um outro termo que faz parte do Slow Living: O <strong>Staycation</strong>. É a mistura de “stay” (ficar) e “vacation” (férias). Nesse momento em que estou escrevendo, estou de férias, dentro da minha própria casa. Sei que muita gente optou por tentar viajar para alguns lugares mais isolados, perto da natureza talvez. Mas tanto eu quanto as pessoas que moram comigo somos grupo de risco. Apesar de ter voltado a trabalhar na rua, penso que quanto menos eu me arriscar, melhor. E também não me sinto segura para sair sem máscara, além de que ficar usando máscara e ficar higienizando a todo momento não parece nada divertido para mim (falo isso com base nas vezes que precisei sair para trabalhar ou fazer alguma coisa, tudo mudou).</p>
<p>Então, estou tendo que ser bem criativa, para não ficar entediada (já estava fazendo isso na época do Home Office, mas agora é totalmente diferente). Eu já estava pensando nessa questão do desacelerar muito antes da pandemia. Leo Babauta, autor de <em><strong>The power of less</strong></em> (sem versão no Brasil), diz que “a vida se desenvolve num ritmo tão acelerado, que parece passar por nós sem que consigamos realmente aproveitá-la”. A vida adulta se resume a trabalhar (incluindo as tarefas domésticas) e dormir? Frustrante, não é mesmo? Não é à toa que muitos estão tentando se rebelar contra o isolamento, necessário para conter o coronavírus (compreensível, embora não justificável). Difícil falar para uma pessoa que ela não pode ver os pais ou se divertir, mas que precisa continuar trabalhando mesmo assim (não é apenas sobrevivência, há fatores sociais por trás disso).</p>
<p style="text-align: left;">Nossa casa é o lugar onde descansamos. Onde encontramos afeto e podemos ser nós mesmos. Porém, o escritório invadiu o nosso refúgio, principalmente por causa da tecnologia. A internet nos ajuda em muitos aspectos, mas por outro lado também nos escraviza. Estamos fatigados com as demandas do mundo, que muitas vezes não refletem os valores com os quais concordamos. Por essa razão, optei por deixar o celular de lado nas férias e usar mais o computador, onde não tenho aplicativos como o WhatsApp instalados. Quando retornar ao trabalho, pretendo dosar isso, tendo horários específicos para verificar as mensagens. Tudo com parcimônia.</p>
<p style="text-align: left;">O tempo parece escorrer pelos nossos dedos (daqui a pouco é natal!!!). Nossas vontades e desejos são adiados em nome da produtividade e das tarefas que temos que fazer, o que nos causa tristeza e ansiedade. Porém, podemos tentar ao menos amenizar isso.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Faça menos coisas, de uma forma consciente.</strong> Procure focar no que realmente é importante e deixe o resto para outro momento. Se puder delegar, melhor. Não é vergonha precisar de ajuda, ao contrário do que a sociedade nos faz acreditar. Só adoecemos com isso.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Procure desconectar.</strong> Mesmo que trabalhe com auxílio da tecnologia, e principalmente por causa disso, procure fazer intervalos. Estar online o tempo inteiro causa stress e diminui a qualidade do sono. Seu cérebro não desliga (mais um gatilho de ansiedade).</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Foque nos bons momentos e concentre-se no momento.</strong> Procure desligar-se o mundo externo e estar apenas presente. Tire tempo para pensar em sua vida, observar a natureza, coma mais devagar. Não seja multitarefas. Apenas aprecie o momento, seja ele qual for. Mesmo que esteja trabalhando, procure ver o lado bom em algo no seu dia.</p>
<p style="text-align: left;">Focando no presente, você consegue refletir melhor e desacelerar. As chances de aproveitar bem os momentos aumentam. Pare de cobrar a si mesmo e aos outros. Estou disposta a tentar, e você?</p>
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		<title>Por que não seguirei mais Blogueiros de Beleza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuela Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2020 22:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desacelerar]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há alguns anos, quando começaram os blogs, achei neles uma forma interessante de distração. Afinal, estava morando sozinha em outra cidade e não tinha muitas pessoas com quem conversar (com exceção de alguns colegas de trabalho). Então, quando não saía ou trabalhava, basicamente meu tempo livre era dividido entre estudos, TV e internet (principalmente os &#8230; <a href="https://simplifique-ser.com/artigos/por-que-nao-seguirei-mais-blogueiros-de-beleza/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Por que não seguirei mais Blogueiros de Beleza</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos, quando começaram os blogs, achei neles uma forma interessante de distração. Afinal, estava morando sozinha em outra cidade e não tinha muitas pessoas com quem conversar (com exceção de alguns colegas de trabalho).</p>
<p>Então, quando não saía ou trabalhava, basicamente meu tempo livre era dividido entre estudos, TV e internet (principalmente os hoje conhecidos como influencers). Colocava um vídeo e, quando não assistia passivamente, costurava enquanto assistia (ponto-cruz é um dos meus hobbies).</p>
<p>Agora, durante a pandemia, estava repetindo esse comportamento, com um agravante: Como estava em Home Office, trabalhava, como muitas pessoas, exclusivamente por <em>gadgets</em> (notebook, celular, etc). E percebi que a experiência não tem sido positiva. Sinto-me cansada (mais do que deveria) e demoro muito a dormir. Isso ligou um sinal de alerta.</p>
<p>Uma das coisas que preciso lidar agora é o tédio que surge em certos momentos. Acredite, estar no mundo real faz muita diferença. Só de interagir com pessoas de verdade, tomar um café com um colega, perguntar sobre o dia de um outro. Realmente é impactante a diferença. Então, procuro não me distrair com bobagens durante o expediente e tentar focar no que realmente importa. No máximo, coloco uma música enquanto estudo ou trabalho.</p>
<p>Então, essa é uma questão: Produtividade. Quando a pandemia começou, do nada todo mundo começou a fazer lives e veio a cobrança por aprimoramento. Não vejo isso como algo ruim, afinal, eu mesma estou fazendo alguns cursos. A questão é: De onde está vindo essa cobrança, afinal?</p>
<p>A cobrança está vindo do seu chefe, ou da vontade de ter um emprego melhor? Ou é do &#8220;efeito-manada&#8221; (quer fazer porque outras pessoas estão fazendo)? Seja como for, com a pandemia, percebo um aumento de um fenômeno que surgiu com a internet: o <em>FOMO (Fear of Missing Out)</em>, que é o medo de perder algo, ou ficar fora de algum evento. Só que, quando a pessoa faz muitas coisas ao mesmo tempo, não é possível conciliar tudo de uma forma satisfatória. Isso traz sentimentos como stress, autodepreciação e angústia.</p>
<p>Mas o que isso tem a ver com as tais influencers, que citei? Tem a ver com a qualidade do nosso tempo, que é escasso. Principalmente nós, mulheres, sentimos uma cobrança ainda maior para sermos multitarefas. Diante disso, comecei a me questionar sobre o quanto de tempo perco vendo a vida alheia e outras frivolidades. Não estou dizendo para ninguém se divertir ou descansar (isso contribui para a saúde mental e física). Porém, para alcançar alguns objetivos e executar tarefas com excelência, é preciso planejamento e organização.</p>
<p>Outro problema que tenho visto, ultimamente, é a respeito da <em>Cultura do Cancelamento</em> (tema que mencionei em artigo anterior). Principalmente ocorre no exterior, mas esse costume está chegando ao Brasil, infelizmente. Alguém investiga as redes sociais de uma pessoa famosa em busca de algum “podre”. Pode ser algo que essa pessoa falou há 5, 10 ou 15 anos, não importa. O público feroz não considera a menor hipótese de esse famoso ter amadurecido ao longo dos anos. É promovida uma verdadeira caça às bruxas.</p>
<p>Gostava dos ditos canais quando falavam apenas de maquiagem (afinal, até os 30 anos só sabia passar batom). Agora, muitos desses influencers giram em torno de fofoca e consumismo, comportamento este que não é nada saudável. Quando você se informa sobre o que está acontecendo, é basicamente um tentando destruir o outro, seja para aparecer ou por um prazer perverso de derrubar a concorrência (não necessariamente para ganhos financeiros). Então, resolvi me afastar desse tipo de conteúdo, nocivo para a alma e para a saúde.</p>
<p>Não estou dizendo que todos se comportam assim (felizmente, não), mas há outros fatores envolvidos, como o incentivo ao consumismo, que não condiz com a busca por uma vida mais simples e mais prática. Além disso, considero que já aprendi tudo o que gostaria, não vejo necessidade de continuar dando audiência.</p>
<p>Estou tentando cortar o tempo que passo na internet (exceto o trabalho, esse é inevitável) e dedicar a outras atividades. Se você me seguir no Instagram (@simplifique_ser), poderá ver, nos destaques, fotos da horta que estou fazendo com a minha família. Um dos objetivos é ter temperos frescos à mão, considerando o confinamento que estamos vivendo.</p>
<p>E você, avaliou o que te faz perder seu tempo? O que pretende fazer para ter uma qualidade de vida ainda melhor?</p>
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